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| Kelly Gabelhere |
Toda vez que me
concentro para escrever um artigo, fico mirabolando ideias e pensando se a
mensagem que quero passar não seria óbvia demais para o público em geral. Nessa
lógica, parece óbvio dizer que o Linkedin não é uma rede social igual ao
Facebook. Mas o fato é que, ultimamente, o Linkedin anda um tanto banalizado e
poluído por postagens cansativas, com discussões que não tem relação alguma com
o âmbito profissional.
Desde que o Linkedin habilitou as opções de
“postagem” e “compartilhamento de atualizações” livremente, uma boa parcela de
usuários parece ter perdido o bom senso. Basta navegar alguns minutos para ver
um show de publicações inadequadas. Já vi postagens com desabafos pessoais, reclamações
sobre o trabalho ou até sobre o salário, já vi pessoas postando pedidos de
emprego com a foto da família como forma de apelo (juro!), também tem aqueles
que compartilham desafios matemáticos, charges com indiretas para o chefe,
fotos de crianças com deficiência para protestar contra o sistema público de saúde,
xingamentos ao governo, à economia, ao campeonato de futebol... enfim, uma
enormidade de assuntos que poderíamos discutir tranquilamente em outros
ambientes virtuais, mas não no Linkedin.
Foi assim que me
convenci de que sempre é válido reforçar algumas dicas sobre o que NÃO se deve
publicar no Linkedin. Para não errar, a minha dica é a
seguinte: antes de publicar assuntos por empolgação ou impulso, reflita: o
conteúdo é profissional? É sutil e ético? É uma mensagem otimista,
encorajadora, que faria as pessoas concordarem com o seu pensamento? Se a
resposta for sim, ótimo. Publique. Caso contrário, não queira impactar as
pessoas sendo o chato que confunde Linkedin com Facebook (e convenhamos: tem
piadinha que nem no Facebook pega bem).
Use a rede a seu
favor e contagie as pessoas com mensagens realmente interessantes, matérias com
boas ideias, artigos profissionais. Sua reputação agradece!
Kelly Gabelhere é Psicóloga e trabalha nos Recursos Humanos da Telefônica Brasil
Apaixonada por Recrutamento, adora dar pitaco sobre Linkedin, desenvolvimento profissional e mercado de trabalho.
LinkedIn/kellygabelhere
Kelly Gabelhere é Psicóloga e trabalha nos Recursos Humanos da Telefônica Brasil
Apaixonada por Recrutamento, adora dar pitaco sobre Linkedin, desenvolvimento profissional e mercado de trabalho.
LinkedIn/kellygabelhere

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